domingo, 27 de dezembro de 2020

Para 69% Dos Brasileiros, Quem Não Tomar Vacina Deve Pagar Tratamento Contra Covid-19


Segundo dados de uma pesquisa encomendada pelo Senado, 69% dos brasileiros defendem que as pessoas que decidam não se vacinar contra a Covid-19 devem custear o próprio tratamento, caso contraiam a doença. A informação é da coluna de Guilherme Amado, na revista Época. Ainda segundo o levantamento feito pelo Instituto DataSenado, para 25% dos entrevistados o paciente que optou por não se vacinar contra o novo coronavírus não deve pagar o tratamento e 7% não soube opinar ou não respondeu. A pesquisa mostrou ainda que para 50% dos entrevistados, o cidadão que decidir não se vacinar deve receber punições como multa. Por outro lado, 46% responderam que as pessoas não devem ser punidas e 4% não soube ou não respondeu a pergunta. Segundo a coluna, a pesquisa foi realizada por telefone, ouvindo 2.400 brasileiros de 16 anos ou mais, entre os dias 24 de novembro e 3 de dezembro, proporcionalmente à população de cada estado.


 

Justiça Determina Inspeção Psicológica Do Herdeiro Da Casas Bahia

Interdição de Saul Klein foi solicitada pelo filho do empresário, que alega que seu pai corre risco de ir à falência rapidamente.

A Justiça de São Paulo, por meio da juíza Daniela Leal, decidiu que o empresário Saul Klein, herdeiro da Casas Bahia, será submetido a uma inspeção psicológica. Uma interdição do empresário foi solicitada pelo seu filho, Philip Klein, que alega que o pai está acabando com o seu patrimônio de maneira “acelerada” e “inconsequente”.
Philip afirma que Saul possuía uma fortuna de mais de R$ 1,5 bilhão, mas declarou à Justiça Eleitoral, quando se candidatou a vice-prefeito em São Caetano, apenas R$ 61 milhões. “Isso sugere que ele gastou 1,4 bilhão” somente nos últimos anos, disse o filho, que acredita que a interdição do pai é a único jeito de evitar que ele chegue à falência.
O pedido de interdição foi feito no final de outubro. No início de dezembro, Saul Klein teve que entregar o seu passaporte após denúncias de aliciamento e estupro de 14 mulheres em festas realizadas em sua casa, no Alphaville, em 2008. De acordo com a defesa do empresário, as acusações são falsas, feitas por um grupo organizado que visa enriquecer às custas do filho do fundador da Casas Bahia.