quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Ilhéus: Pescador Confundido Com Morto Tenta Provar Que Está Vivo


Um pescador da cidade de Ilhéus, na região sul da Bahia, procurou a Polícia Civil para tentar provar que está vivo, após ter o nome trocado com o do irmão que morreu esfaqueado há dois anos.
Atanaildes Eliziário Nascimento Santos, de 45 anos, disse que percebeu o problema após ter tentado tirar documentos pessoais e fazer um empréstimo bancário.
“Fui tirar carteira de identidade e carteira de trabalho, mas não consegui. Depois, fui fazer um empréstimo no banco, mas também não consegui. E ninguém me falava o motivo, só diziam que eu não podia. E eu ficava perdido, sem saber o que fazer”, destacou.
O irmão mais velho de Atanaildes, Astroildes Nascimento Santos, foi esfaqueado em 2013 quando tinha 45 anos na cidade de Uruçuca, também no sul do estado. Ele chegou a ser socorrido e deu entrada em um hospital usando o documento do pescador.
No entanto, horas depois, ele morreu e o nome de Atanaildes foi incluído na guia de necrópsia. Astroildes foi enterrado por engano com o nome de Atanaildes.
“No dia em que foi assassinado, Astroildes estava com o documento do irmão e, como foi trazido para o hospital regional com esse documento e depois veio a óbito, o corpo foi liberado como se fosse o do irmão”, disse o investigador da Polícia Civil Eustácio Lopes.
Atanaildes disse que a mãe chegou a contar para ele que o irmão tinha sido enterrado com o seu dele, mas ele não acreditou. Ele só descobriu que a história era verdadeira há seis meses.
O pescador foi até o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus para coletar digitais e provar que está vivo, na esperança de voltar a ter uma vida normal. “Ele vai ter uma certidão para ajuizar uma ação e tornar nula a certidão de óbito dele e, com isso, ter os seus direitos sociais restabelecidos”, destacou Eustácio Lopes.
Atanaildes já sabe o que vai fazer depois de ter a situação dos documentos resolvida: “Vou regularizar a carteira de pesca e começar a trabalhar”, afirma.

As informações são do G1/BA (Foto Reprodução TV Bahia)

Milionário é Inocentado De Estupro Com a Desculpa De Que “Caiu e Penetrou Jovem Acidentalmente”


Um milionário saudita que vive em Maida Vale, distrito residencial de Londres (Inglaterra), foi inocentado de acusação de estupro argumetando que “caiu e penetrou acidentalmente” uma jovem de 18 anos.
O empresário Ehsan Abdulaziz, de 46 anos, conheceu a jovem e uma amiga dela, de 24 anos, na boate Cirque le Soir em agosto do ano passado. O milionário convidou as duas mulheres para o seu luxuoso apartamento. O trio se dirigiu ao local a bordo do Aston Martin do saudita.
Após consumirem bebida alcoólica, contou o “Independent”, Ehsan levou a mulher de 24 anos para uma suíte. Os dois fizeram sexo. Ao sair do quarto, o saudita encontrou a outra visita deitada em um sofá.
Segundo a versão de Ehsan, a jovem de 18 anos tentou seduzi-lo e o puxou. O empresário argumentou que caiu e acabou penetrando por acidente a visita. Segundo ele, o pênis estava, provavelmente, saindo da cueca.
A jovem de 18 anos apresentou outra versão: a de ter acordado com Ehsan sobre ela tentando penetrá-la.
Investigação encontrou sêmen de Ehsan na vagina da jovem, mas o saudita afirmou que era resultado da relação sexual com a mulher de 24 anos.

Justiça Suspende o WhatsApp No Brasil Por 48 Horas


As principais operadoras de telefonia móvel do Brasil foram intimadas pela Justiça nesta quarta-feira (16) a bloquear o aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o país por 48 horas. O bloqueio vale a partir da 0h de quinta-feira (17).
O recebimento da determinação judicial foi confirmada pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal, o SindiTelebrasil, que representa as operadoras Vivo, Claro, Tim, Oi, Sercomtel e Algar.
Segundo o presidente do SindiTeleBrasil, Eduardo Levy, a determinação judicial é de cunho sigiloso e por isso não se pode identificar o autor da ação.
Levy diz que as operadoras são obrigadas a atender a decisão e que não é do interesse delas bloquear o WhatsApp. “Temos interesse em regras que sejam mais leves para o setor”, diz Levy ao site G1.