quinta-feira, 16 de abril de 2015

Valente: Polícia Apreende Mais De Uma Tonelada De Dinamite

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Mais de uma tonelada de dinamite foi apreendida pela polícia no fim da tarde desta quarta-feira (15), na cidade de Valente, localizada a cerca de 240 quilômetros de Salvador. De acordo com informações da Polícia Civil (PC), esta foi a maior apreensão de explosivos de 2015 na Bahia.
Segundo informações da PC, uma denúncia anônima informou que uma troca de carga suspeita estava sendo realizada em um campo de futebol localizado no bairro de Petrolina. Ao checar a denúncia, policiais encontraram um caminhão com placa de Feira de Santana, carregada com uma carga de cal, ao lado de uma caminhonete e de um carro de passeio.


No local estavam quatro homens, que passavam a carga dos dois carros menores para o caminhão. Ao serem abordados, eles disseram que estavam arrumando a carga de cal, porque estava torta. Conforme a PC, os policiais fingiram estar convencidos de que se tratava apenas de uma arrumação de carga, e foram buscar reforços.
Quando retornaram, um dos homens já não estava mais no local, e então os policiais foram checar a carga. Após vistoria, os agentes descobriram os explisivos em várias caixas de 25 kg, totalizando cerca de 1,2 toneladas de dinamite.
Um dos homens no local, o motorista do caminhão, alegou que foi contratado para transportar uma carga de cal de Feira de Santana para a cidade de Nordestina, onde deixaria parte da mercadoria, depois passaria em Valente para pegar um complemento da carga, e então seguirua para o Pará. O motorista disse que não sabia que a carga era de explosivos, segundo informações da polícia.
A carga, os suspeitos e os veículos foram encaminhados para a delegacia de Serrinha, que fica a 65 quilômetros de Valente, que investigará o caso.

Informações do G1/BA.
Fotos: Leandro Alves/Portal Bahia News.

Euclides da Cunha: Dívida e Feitiçaria Motivou Assassinato De Dona De Casa


Parece que o caso de um assassinato, com requinte de crueldade ocorrido no último mês de março, em Goiânia, capital do Estado de Goiás, envolvendo duas mulheres comerciantes de refeições, estabelecidas na mesma rua, amplamente divulgado pelos principais veículos de comunicação do País, em seus telejornais transmitidos em rede nacional, com alegação da assassina de ter matado a cozinheira Marizete de Fátima Machado (53), por conta da forte queda de sua clientela, por causa dos trabalhos de ‘feitiçaria’ feitos pela vítima para dominar o comércio de pamonharia e refeições na rua onde estavam estabelecidas, pode ter influenciado no homicídio de uma mulher em Euclides da Cunha.
As investigações desenvolvidas pela equipe de agentes investigadores da 25ª Coorpin sediada em Euclides da Cunha, sobre o assassinato da senhora Valdenir de Almeida Pereira (52), mais conhecida como “Vaninha”, ocorrido no último sábado (11), no bairro Jardim das Acácias, em Euclides da Cunha, tratado inicialmente por populares como suicídio por enforcamento, teve outro direcionamento depois que a polícia técnica esteve no local para perícia e coleta de impressão digital e vestígios deixados pelo autor ou autores do crime, que serviriam de provas para elucidação do crime.
Vale destacar a eficiência da ação conjunta envolvendo as equipes lideradas pelo delegado Paulo Jason de Melo Falcão – titular da 1ª Delegacia Territorial de Polícia Judiciária – coordenado pelo delegado Miguel Vieira da 25ª Coorpin, Wesley Santos Lima – perito criminalístico coordenador do DPT-Departamento de Polícia Técnica – e do também perito criminalístico Ronaldo Menezes, que desde que tomaram conhecimento da morte de dona Vaninha, anunciada como suicídio, se deslocaram para a casa da vítima, onde deram início aos trabalhos de perícia técnica e investigação.
Ao se deparar com o cenário do crime, logo ficou descartada a hipótese de morte por suicídio, pois o ambiente não se apresentava muito favorável para que a pessoa pudesse por em prática o ato desesperador de ceifar a própria vida por enforcamento usando uma corda de tamanho desproporcional numa casa pequena e sem acesso ao telhado protegido por um forro que não havia sinais de que teria sido violado e por onde poderia passar uma corda para ser amarrada no telhado e ali fixar a forca.


Além do mais, o corpo se encontrava estendido no chão da sala, em posição lateral, a corda usada no crime estava laçada ao pescoço e se entrelaçava pelo tórax e perna direita, passando por debaixo do corpo e seguia com a ponta em direção ao quarto da vítima, onde provavelmente ocorreu o assassinato, pois a mesma se encontrava ainda vestida com roupa de dormir, para em seguida ser arrastada até a sala onde fora deixado, além de apresentar hematomas no rosto e tórax, sinais visíveis de espancamento, segundo um irmão da vítima que viu o corpo.
Entre os objetos encontrados no quarto estava um par de óculos de lentes espelhadas muito usados por mulheres, porém, o mesmo não era de propriedade da vítima, conforme informações de familiares. O acessório foi recolhido pelos peritos para análise e será juntado às provas do crime encaminhadas junto ao processo criminal ao Judiciário.
Enquanto a Polícia Técnica trabalhava na investigação dos vestígios encontrados no local do crime, o delegado Paulo Jason colocava em campo a equipe de investigadores à procura de testemunha que pudesse leva-los a autoria do crime.
A primeira tentativa não foi exitosa; porém, não foi motivo de desistência e numa segunda investida pelo bairro, os investigadores conseguiram obter informações importantes que colocavam a “ponta do novelo do crime” de fora e, a partir daí, os trabalhos foram redirecionados, pois, a princípio, o companheiro de Vaninha – que trabalha na empresa de transportes de propriedade do genro da vítima, que inicialmente havia sido colocado sob a suspeita, em razão de o casal estar em processo de separação e de viverem momentos de muitas brigas, – inclusive, recentemente, a ponto de a vítima colocar a casa onde morava à venda e de ter o apartamento da garagem da empresa de ônibus do genro colocado à disposição dela para residência, além de estar planejando retornar para São Paulo, onde já residiu, segundo informações de uma fonte próxima da família.
No decorrer do dia, mais informações chegavam ao delegado Paulo Jason, que continuava intrigado com o fato de a vítima não ter inimigos declarados, até o momento em que obteve a informação de uma filha de Vaninha que relatava um desentendimento ocorrido há pouco tempo entre uma irmã de sua genitora e Maria Rita Cardozo da Silva, por causa de um cheque sem provisão de fundos, emitido por Rita Cardozo para sua tia. Rita é proprietária de um restaurante localizado na Av. Renato Campos (perímetro urbano da Rodovia BR 116/Norte) há poucos metros da sede da empresa de ônibus do genro de Vaninha.
As informações da filha de Vaninha ao delegado foram juntadas às informações dos agentes policiais civis, que haviam obtido informações de pessoas do bairro, sobre a existência de duas mulheres que na manhã do crime foram vistas chegando de moto, por volta das 10h, à casa de Vaninha, horário em que provavelmente aconteceu o crime, pois no registro de ligação telefônica encontrado no seu celular, havia uma ligação com duração de quase uma hora feito pela filha da morta, segundo Dr. Paulo Jason.
Outra testemunha ouvida pelos investigadores contou que “ao passar pelo fundo do quintal da casa de Vaninha se deparou com uma mulher que não era sua conhecida, que apresentava arranhões muito visíveis na região do pescoço e, sem lhe fazer qualquer tipo de pergunta, a desconhecida tomou a iniciativa de dizer que “havia sofrido uma queda de motocicleta” e seguiu em frente, bastante apressada”. Coincidentemente, quase no mesmo horário em que as duas mulheres que chegaram de moto foram vistas em frente à casa da vítima. Rita, após o crime deixou a casa saindo pelo quintal e não pela porta da frente quando havia chegado.


A marca dos arranhões deixados entre os seios e o pescoço de Rita, notados pela testemunha que a viu na parte dos fundos da casa de Vaninha, são sinais evidentes de que assassina e vítima entraram em luta corporal e foram provocados pela vítima, provavelmente na tentativa de se defender do ataque sofrido, fato que poderá ser comprovado no exame de DNA do material (pele) encontrado pelos peritos nas unhas da vítima.
Enquanto o serviço de investigação trabalhava na busca de mais informações esclarecedoras, os peritos criminalísticos concluíam que a morte de Vaninha não teria sido por suicídio e sim homicídio. Aliás, esta informação foi noticiada em primeira mão pelo site euclidesdacunha.com, por volta das 22h do dia do crime, pelo repórter José Dílson Pinheiro, que juntamente com o repórter Jaciel Correia acompanhavam o caso pessoalmente na 1ª DT ou por contato, desde que tomaram conhecimento do fato.
Diante de tantas informações, o foco principal das investigações passaria ser Rita Cardozo, que passou a ser monitorada, depois que Dr. Paulo Jason foi informado de que a mesma se preparava para deixar Euclides da Cunha. Com a colaboração da família da vítima, câmeras de segurança da empresa de ônibus da família foram direcionadas para o restaurante Rancho Euclidense, de propriedade de Rita Cardozo, que após informações da filha de Vaninha passaria a ficar sob forte suspeita.


Dr. Paulo Jason temia pela fuga de Rita e representou pela sua prisão (dela, Rita), junto ao Judiciário de Euclides da Cunha, porém, não obteve êxito, já que o juiz titular se encontrava fora do Município. Ganhar tempo seria muito importante para a autoridade policial e o pedido de representação pela prisão foi encaminhado para a bacharela Carla Santa Bárbara Vitória, juíza substituta, que analisou o pedido e autorizou a prisão da suspeita, que havia sido flagrada pelas câmeras de segurança direcionadas para o seu restaurante, embarcando, por volta das 6h desta terça-feira (14), em um caminhão, que teve os dados anotados e passados para a polícia.
Como a tentativa de fuga de Rita se deu no horário em que o Fórum Des. Aluísio Batista ainda não havia dado início ao expediente e o delegado precisava da autorização da magistrada para efetuar a prisão, dado o horário da fuga e o expediente no fórum tem início a partir das 8h, foi solicitado aos familiares que iniciassem viagem de acompanhamento e monitoramento a distância do caminhão em que se encontrava Rita, até que a magistrada autorizasse o pedido de prisão representado.
De posse do Mandado de Prisão, o delegado Paulo Jason acionou a Polícia Civil de Feira de Santana, que na proximidade da cidade fez a interceptação do caminhão e efetuou a prisão da acusada, enquanto o delegado e equipe já se deslocavam para Feira de Santana, onde interrogou a acusada que confessou o crime e relatou a participação de outra mulher, cujo nome disse não saber, o que não convenceu ao delegado, que continuará nas investigações para identificar e prender a parceira de Rita.
Rita foi ouvida pelo delegado Paulo Jason, lá mesmo em Feira de Santana. Ao ser perguntado sobre o motivo do homicídio praticado, respondeu que “a vítima, com a qual havia tido um desentendimento pessoal, trabalhava com ‘feitiçaria’ e que o movimento do seu restaurante havia diminuído bastante e o afastamento da clientela deveu-se aos trabalhos de bruxaria feitos por Vaninha para prejudica-la”, além de revelar que pretendia ir para Salvador, de onde seguiria para São Paulo, era o plano de fuga, contou-nos o delegado.
Por medida de segurança, Rita Cardozo foi conduzida para o xadrez de uma delegacia da região, onde permanecerá até que o xadrez da carceragem do Complexo Policial Civil, que passa por consertos decorrentes da depredação sofrida quando da rebelião de presos ocorrida no último mês de fevereiro, ainda não foi finalizados, volte novamente a receber presos, além de ter sido detectado movimento de muita revolta por parte de parentes e amigos da vítima, situação que poderia causar surpresa desagradável tanto quanto a sofrida pelos familiares de Vaninha.
“As investigações não foram encerradas” disse o delegado. Assim como em Goiânia, a criminosa também foi presa e deverá responder criminalmente pelo homicídio praticado.

Informações/Fotos: José Dilson do euclidesdacunha.com.

Acredite: Conta de Luz Vai Subir De Novo Na Bahia, Reajuste Será De 11,43% Em Maio


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu nesta terça-fera (14) as novas tarifas da Coelba na Bahia. O índice médio de reajuste para o consumidor foi de 11,43%. As novas tarifas entrarão em vigor para os 5,5 milhões de clientes da concessionária no próximo dia 22 de abril, mas o consumidor só irá perceber essa variação a partir da fatura de maio.
De acordo com a Coelba, os consumidores atendidos em Baixa Tensão, que representam 99% dos consumidores da empresa e incluem os clientes residenciais, terão um aumento médio de 10,45%. Já os consumidores Industriais e Comerciais de médio e grande porte, atendidos em Alta Tensão, terão reajuste de 13,34%, em média.
Os reajustes tarifários anuais estão previstos no contrato de concessão das distribuidoras. São mecanismos de correção monetária e também de ajuste dos custos fora do controle das concessionárias, que são os custos não gerenciáveis. Esta parcela é composta pela compra da energia para entrega ao consumidor, custos de transmissão, encargos setoriais, impostos e tributos – ICMS, PIS/PASEP.

Valores:
Para definição do índice de reajuste são considerados os custos incorridos nos últimos doze meses pela distribuidora para atendimento ao consumidor. Os encargos setoriais e tributos continuam tendo uma grande participação nos custos da tarifa de energia elétrica, representando 38,6% da mesma. Já as despesas com a compra e transmissão de energia respondem por 35,0%.
Cabe à Coelba os 26,4% restantes para cobrir os custos de operação, manutenção, administração do serviço e investimentos. Isso significa que, para uma conta de R$ 100,00, por exemplo, apenas R$ 26,40 ficam com a Coelba para operar e expandir todo o sistema elétrico no estado. Além dos Encargos Setoriais e dos custos com a geração e transmissão de energia, são cobrados na conta de luz os tributos (ICMS, PIS e COFINS) e as Bandeiras Tarifárias.
Conforme definido pela administração municipal, também é cobrada na conta de energia a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), tributo repassado pela Coelba diretamente para as prefeituras municipais, que são as responsáveis pelos serviços de projeto, implantação, expansão, operação e manutenção das instalações de iluminação pública. 

Informações: Varela Notícias.

Varzedo: Adolescente Escapa da Morte Após Colidir “Cinquentinha” Com Caminhão


Um adolescente de 16 anos saiu ileso após a moto que conduzia, tipo “cinquentinha”, ficar completamente destruída em uma batida frontal com um caminhão carregado de aves.
O acidente ocorreu na noite de segunda-feira (13), no centro do município de Varzedo. “Praticamente um milagre”, relatou o delegado Luiz Castro Freaza, em entrevista nesta terça-feira (14).
Segundo o titular da unidade policial, o caminhão descia uma ladeira quando ocorreu a batida. “O veículo estava sendo conduzido por um homem de 50 anos. 
Ele estava descendo a ladeira, que dá acesso à empresa, quando colidiu frontalmente. A moto ficou ficou toda estraçalhada. Tivemos que pegar os pedaços para trazer até a delegacia”, relatou Freaza.


Conforme o delegado, “pelos vestígios”, parece que a vítima chegou a ser arremessada para debaixo do caminhão. “Não tem como não ser um milagre. Nessas situações, a vítima seria estraçalhada em pedaços. Ele [adolescente] sobreviveu”, comemorou.
Após o acidente, a vítima foi atendida no local e liberada. O condutor do caminhão foi ouvido pela polícia. “Ele foi qualificado, interrogado e irá responder por acidente de trânsito com vítima não fatal. Ele não ficou ferido”, concluiu o delegado.

Informações: G1/BA.
Fotos: Marcello Dial / Site: Voz da Bahia.

Euclides da Cunha: Mulher é Presa Após Assassinar Dona de Casa


Policiais civis da 25ª Coorpin comandos pelo delegado Paulo Jason de Melo Falcão, titular da 1ª Delegacia Territorial de Policia Judiciária de Euclides da Cunha, prenderam Maria Rita Cardozo da Silva, conhecida por Rita do Rancho Euclidense, que confessou o assassinato de Evanir de Almeida Pereira (Vaninha), 52 anos, encontrada morta por enforcamento na sua residência, no último sábado (11).
Segundo Dr. Paulo Jason, a prisão aconteceu por volta das 11h, quando a assassina-confesso tentava embarcar de carona em um caminhão para Salvador. A prisão foi representada pelo delegado Paulo Jason de Melo Falcão e decretada pela juíza Dra. Carla, substituta da Vara Crime da Comarca de Euclides da Cunha. Dr. Paulo Jason esteve à frente das investigações desde o início, juntamente com peritos do DPT- Departamento de Polícia Técnica de Euclides da Cunha.
Logo após a morte “Vaninha”, foi divulgado que ela teria cometido suicídio, porém após iniciar as investigações, a Polícia Civil local descartou, até então, a hipótese de suicídio e deu início as investigações até chegar a autora do crime.
Segundo informações, o crime contou com a participação de mais uma pessoa, cujo nome não foi revelado, ainda não foi divulgado maiores detalhes do crime, nem o que motivou o brutal assassinato. Excelente trabalho do delegado Paulo Jason e equipe de agentes policiais civis e peritos criminalísticos comandados pelo delegado Miguel Vieira, titular da 25ª Coorpin.

Informações: Euclidesdacunha.com.

Holyfield é Espancado Após Agredir Ambulante Em Salvador


Em preparação para enfrentar o seu maior rival, Luciano Todo Duro, no próximo dia 11 de agosto, o boxeador Reginaldo Holyfield parece que resolveu fazer um aquecimento na manhã desta terça-feira (14) e se deu mal.
O atleta se envolveu em uma briga na Avenida Sete de Setembro, centro de Salvador, e apanhou de vários homens.
De acordo com informações da Central de Polícia (Centel), Holyfield alega ter sido xingado e agrediu um vendedor de coco da área, próximo ao relógio São Pedro. Com a agressão, cerca de oito ambulantes partiram para cima do boxeador, deferindo vários socos e chutes, que deixou o atleta gravemente ferido.(Bocão News).