sábado, 20 de setembro de 2014

Conceição do Jacuípe: Dupla Armada Faz Arrastão Durante Velório


Dois homens chegaram de surpresa ao velório de Claudina de Jesus, 90 anos, na madrugada desta quinta-feira (18). Mas ao invés de prestar homenagens à mulher, que tinha o corpo guardado dentro de sua casa, a dupla assaltou e levou medo aos familiares e amigos que estavam presentes na cerimônia realizada em Conceição do Jacuípe, a cerca de 96 quilômetros de Serrinha.
De acordo com a Polícia Militar da cidade, o crime aconteceu por volta de 1h e nenhum dos dois envolvidos foi preso pelo crime. Segundo uma das netas de Claudina, o crime assustou os cerca de 40 presentes na cerimônia: "A gente nunca viu uma coisa dessa na nossa cidade não. Nunca imaginamos que isso poderia acontecer em uma cidade tão pacata, mas agora estamos com medo de que possa acontecer de novo", diz Carine Geovane Costa Rosa, 36 anos.
Segundo ela, os criminosos primeiro abordaram o seu tio, que estava na esquina da rua Norberto Felix, onde acontecia a cerimônia. Em seguida, eles renderam um grupo de pessoas que estava do lado de fora da casa, ao redor de uma fogueira. Todos foram colocados contra uma parede e tiveram celulares, relógios e dinheiro roubados.
A casa onde aconteceu o crime é também onde Carine mora com seu filho e sua mãe. Depois da dupla armada assaltar as pessoas que estavam do lado de fora, eles entraram no imóvel e ameaçaram os outros presentes: "Minha mãe ainda tentou correr, mas eles gritaram dizendo que iam atirar", relata a neta de Claudina.
Quem mais sofreu agressões durante a ação foi uma das tias de Carine, que estava dormindo dentro de um carro do lado de fora da residência. "Eles arrancaram ela de lá e empurraram pra dentro de casa pedindo a chave do carro, mas no final acabaram pegando uma bicicleta e jogaram no para-brisa. Ficou todo estilhaçado", comenta.
Depois do roubo, com todos os celulares roubados, as vítimas ainda tiveram dificuldades de entrar em contato com a Polícia Militar, que chegou ao local cerca de 30 minutos depois que a dupla fugiu: "Assim que eles foram embora a gente ficou assustado. Todo mundo entrou em casa e trancamos a casa por uns dez minutos", comenta Carine.
O enterro de Claudina aconteceu na manhã desta quinta-feira (18), em um cemitério da cidade. A Polícia Militar fez buscas no local já durante a madrugada de hoje mas ainda não localizou os envolvidos.

Carro ficou com vidro estilhaçado após bicicleta ser jogada no para-brisa

Fonte: PCS.

Preço da Energia Elétrica Dispara e Deixa o País Entre os Mais Caros do Mundo


A energia elétrica tem um impacto direto na vida da população e também na competitividade das empresas. Custos mais altos costumam pressionar a produção, resultando em aumento de preço dos produtos finais para os consumidores.
Imagine a situação. O contrato de aluguel venceu e o proprietário do imóvel está cobrando oito vezes mais pelo mesmo espaço. O que fazer? Mudar é a resposta natural. A indústria brasileira passa por situação parecida em relação ao custo da energia elétrica, com um agravante: não há para onde ir.
Em dezembro do ano passado, o custo médio da energia elétrica para a indústria passou de R$ 292,7 por megawatt/hora (MW/h) para R$ 310 em maio e deve encerrar o ano ao preço de R$  342, de acordo com dados de um estudo feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). E a projeção em dezembro de 2015 é que o valor seja aumentado para R$ 420. Ou seja, em dois anos, o custo da energia para a indústria será ampliado em 44%. O reajuste, provocado pela seca prolongada, deve colocar o Brasil no indesejável grupo dos quatro países com a energia mais cara do mundo, atrás apenas de Índia, Itália e Singapura. Atualmente, o país ocupa  a oitava colocação em um ranking com 28 países.
Mas o cenário ainda é pior, uma vez que a pesquisa da Firjan leva em conta apenas os consumidores industriais que adquirem energia no chamado mercado cativo de energia, que é o mesmo em que estão os consumidores finais e onde os reajustes de preços são controlados pelo governo, através da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
No caso dos grandes consumidores que optaram pelo chamado mercado livre de energia, onde a negociação é feita diretamente entre empresas e produtores de energia, o céu, que nesse caso nada tem a ver com a ideia de um paraíso, é o limite.
“Imagine a situação de uma empresa, cujo contrato de energia está vencendo, parte para negociar um contrato novo e percebe que vai ter que pagar quatro, seis ou até oito vezes mais do que vinha pagando. Não é o tipo de aumento de custo que é fácil de absorver”, pondera o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres, Paulo Pedrosa.

Alternativa cara
O problema é que o período de seca prolongada no país reduziu o nível dos reservatórios de água, obrigando o governo a lançar mão de alternativas energéticas mais caras que a hidreletricidade para evitar um apagão de produção. Usinas térmicas à base de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, garantem a eletricidade a um custo cada vez mais alto.
Para quem está no chamado mercado livre, o problema está na Lei de Oferta e Procura: os preços sobem porque há pouca disponibilidade de energia no mercado.
A terceira parte do problema diz respeito ao grupo de indústrias em que os preços finais dos produtos fabricados dependem de quanto pagam pela energia, tal a quantidade de eletricidade que utilizam. São as eletrointensivas. Existem, aproximadamente, 408 no país, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. Na Bahia são oito e enfrentam um cenário de incertezas quanto à renovação dos contratos de fornecimento com a  Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), válidos até o mês de junho de 2015.
Se, no primeiro momento, o problema energético parece conjuntural – reflexo apenas da estiagem – na análise mais profunda percebe-se que a situação é fruto de equívocos na política energética, aponta o diretor da Thimos Energia, Ricardo Savoya. “Não se imaginou que em algum momento teríamos uma dependência tão grande das termelétricas. Sempre se pensou nessas usinas para usos mais esporádicos”, explica Savoya. Por conta disso, muitas delas têm custos operacionais extremamente elevados, explica.
Além disso, lembra, o governo federal contou com uma série de investimentos em energia eólica e muitos foram implantados com atraso. Em outros casos, o atraso foi na ligação dos empreendimentos ao Sistema Integrado Nacional (SIN). “Fizeram falta”, afirma Savoya. 

Fonte/Informações do Correio.

William Bonner é Apontado Como Pivô da Saída de Patricia Poeta do Jornal Nacional, Diz Site


A saída de Patrícia Poeta da bancada do Jornal Nacional causou surpresa entre os telespectadores de um dos mais tradicionais jornais da emissora. A versão oficial da Globo é que já estava pré-definido que a jornalista deixaria o programa após três anos, mas informações dos bastidores dão conta de que William Bonner teria sido o real pivô da saída da substituta de Fátima Bernardes. 
De acordo com informações do portal UOL, jornalistas da própria emissora especulam essa possibilidade, já que algumas atitudes da moça deixaram Bonner irritado, como por exemplo o fato dela deixar o âncora do Jornal Nacional como mero coadjuvante durante a Copa do Mundo.
Ainda segundo o site, além disso, o desligamento de Patrícia Poeta foi anunciada nove dias após vazar a informação de que a jornalista está comprando um apartamento de R$ 23 milhões em Ipanema, bairro nobre do Rio. 
O problema é que o apartamento pertence a George Sadala, político ligado à CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o que pega muito mal em período político. A Globo não tem tradição em deixar jornalistas por pouco tempo na bancada do JN. Além de Bonner, que apresenta o telejornal há 18 anos, sua esposa Fátima Bernardes também ficou 13 anos à frente da atração. Patrícia Poeta deverá comandar um programa vespertino de variedades em 2015. Ela será substituída por Renata Vasconcelos. O comando do Fantástico ficará com Poliana Abritta. Do Portal iBahia.

Informações: Portal JC.

Ex-Bahia é Convocado Para Seleção Olímpica


O técnico da seleção Brasil sub-21, Alexandre Gallo convocou na tarde desta quinta-feira (18) para dois amistosos no mês de outubro em preparação para as Olimpíadas de 2016. Quem está na lista dos selecionados é o ex-jogador do Bahia, Anderson Talisca, que tem se destacado no Benfica/POR.
 No dia 10 o Brasil enfrenta a Bolívia, em Cuiabá e o adversário do dia 13 ainda não foi definido. Talisca é uma das nove novidades em relação à convocação do dia 11 de agosto. O volante do Vitória, José Welison, que estava na última convocação da sub-21 foi poupado para não prejudicar o clube no Campeonato Brasileiro.

Confira os convocados:
 GOLEIROS
Andrei - Botafogo
Jacsson - Internacional
Georgemy - Cruzeiro

ZAGUEIROS
Dória - Olympique de Marselha (FRA)
Wallace - Monaco (FRA)
Samir - Flamengo
Nathan - Palmeiras

LATERAIS
Fabinho - Monaco (FRA)
Claudio Winck - Internacional
Wendell - Bayer Leverkusen (ALE)
Douglas Santos - Atlético-MG

MEIO-CAMPISTAS
Alison - Santos 
Matheus Biteco - Grêmio 
Danilo - Braga (POR)
Fred - Shakhtar Donetsk (UCR)
Rafinha - Barcelona (ESP)
Anderson Talisca - Benfica (POR)

ATACANTES
Ademilson - São Paulo
Luan - Grêmio
Thalles - Vasco
Douglas Coutinho - Atlético-PR
Vinicius Araújo - Standard (BEL)

Fonte: Portal Futebol Bahiano.