sábado, 14 de dezembro de 2013

Policia Federal Surpreende Homem Com R$ 652 mil Escondidos na Meia em Aeroporto


BRASÍLIA – A Polícia Federal deteve no aeroporto de Brasília, na noite de sexta-feira, um homem com US$ 280 mil (R$ 652 mil no câmbio desta sexta-feira, 13) e R$ 13.950. O homem, de 41 anos, usava meias de futebol, onde o dinheiro estava escondido. Ele foi levado para a Superintendência da PF em Brasília, mas se recusou a prestar esclarecimentos. No caminho, ele chegou a dar várias versões para o dinheiro, mas no depoimento preferiu se calar. O homem já foi liberado pelos policiais, mas o dinheiro foi apreendido. Até a tarde de sábado, ninguém havia se apresentado como dono do montante.
A Polícia Federal montou uma delegacia no aeroporto de Brasília e um dos focos é flagrar pessoas que têm trazido dinheiro para a capital do País oculto no vestuário. Em maio deste ano, dois passageiros foram flagrados no portão de embarque do mesmo aeroporto com R$ 465 mil escondidos em meias e cuecas. O operador de mercado Carlos Eduardo Lemos, conhecido como Dudu e com amigos influentes no meio político, se apresentou dizendo ser o dono do dinheiro. Mais tarde, Lemos foi citado na Operação Miqueias, da Polícia Federal, que desvendou uma quadrilha que desviava dinheiro de fundos de previdência municipais, entre outros crimes. O Estado apurou que a apreensão desta sexta em Brasília está relacionada com a do início do ano.
No Brasil, para viajar com dólares em voos nacionais é preciso portar documento de comprovação da origem do dinheiro e da instituição em que a moeda foi comprada. 
Em voos para o exterior, o passageiro pode levar até US$ 10 mil. O homem estava vindo do Rio de Janeiro. Segundo agentes que acompanharam a apreensão, trata-se de uma pessoa conhecida da PF.

Fonte MSN.

Curaçá: Polícia Militar Erradica 37 Mil Pés de Maconha


Por volta das 8 horas desta sexta-feira (13), na ilha da Cachoeira, próximo ao povoado de Árvore de Cima, em Curaçá, município situado na região Norte da Bahia, integrantes da 45ª Companhia Independente da Polícia Militar, com o apoio da 2ª CIPM do Estado de Pernambuco, localizaram três roças de maconha, cultivadas numa área de nove, sete e cinco hectares, totalizando mais de 37 milpés da erva, incinerados no local.
A Operação Divisa foi iniciada na véspera (12), quando a polícia foi informada de um transporte de drogas em Árvore de Cima e confirmada a denúncia com a apreensão de 5,7 kg de maconha acondicionada em três sacos, localizados às margens do rio São Francisco naquela localidade. A partir desta apreensão, presumiu-se a possibilidade da existência de plantio nas ilhas próximas.
Ninguém chegou a ser preso, mas uma amostra do plantio e os sacos com a droga pronta para o consumo foram apresentados na Delegacia Territorial de Curaçá, para registro da ocorrência e procedimentos de polícia judiciária, como realização de investigações e instauração de inquérito.

Estrada do Coco:
Dez quilos de maconha prensada, distribuídos em dez tabletes, foram apreendidos com os traficantes paulistas Robson Oliveira da Silva, 26 anos, e Edebson Alves de Medeiros, 32, na quinta-feira (12), por equipes das polícias Civil e Militar, em Monte Gordo. Eles estavam a bordo de um táxi transportando a droga, acondicionada num saco plástico dentro de uma mala, da cidade de Entre Rios para Barra do Jacuípe, no Litoral Norte.
As equipes da 33ª Delegacia Territorial (Monte Gordo) e da 59º Companhia Independente da Polícia Militar faziam abordagens de rotina a veículos, na Estrada do Coco, quando pediram ao taxista que parasse no acostamento. Muito nervosos, os passageiros se recusaram a mostrar o conteúdo da bagagem no porta-malas e foram conduzidos à unidade policial, onde confessaram ser traficantes.
Interrogados pela delegada Juceli Rodrigues, Robson e Edebson  disseram ter viajado de ônibus com a droga de São Paulo até  Inhambupe, na Bahia, onde alugaram um automóvel e foram para Entre Rios. Lá, contrataram um táxi, por R$ 200, para levá-los até Barra de Jacuipe. Não revelaram, entretanto, para quem a droga seria entregue.
Autuados em flagrante por tráfico, foram conduzidos à carceragem da Delegacia Territorial de Vila de Abrantes, onde permanecerão custodiados, à disposição da Justiça. O taxista foi ouvido e liberado e a droga seguiu para exames periciais no Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador.

Com informações: Portal de Notícias.

Carro é Cimentado em Calçada Após Briga Entre Vizinhos Em Belo Horizonte


Um desentendimento entre um revendedor de veículos e o dono de um prédio acabou fazendo com que um carro fosse cimentado em uma calçada da Avenida Barão Homem de Melo, na Região Oeste de Belo Horizonte. A calçada foi concretada nesta quarta-feira (11). Os dois homens não entraram em acordo em relação ao veículo, que estava na área da construção da calçada do prédio. A empresa responsável pelas obras acabou autorizando os trabalhos, mesmo com o carro estacionado no local.
De acordo com o mestre de obras Celso Antônio de Faria, o dono do veículo teria se recusado a retirá-lo da via para que ela fosse cimentada. “Ele disse que eu não podia encostar um dedo no carro.” Faria conta que a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) chegou a ser acionada, mas nada foi feito. Agora, com a calçada pronta, o carro ficou preso em meio ao concreto. "A ordem do meu patrão era concretar e os advogados da firma vão entrar pra resolver.”



Marcos Drumond, responsável pelo carro, afirma que o lugar é uma rua, e que o dono do prédio teria invadido a área. Ele alega que não é proprietário do veículo, mas que estava com o carro para revendê-lo. Segundo Drumond, o lugar é usado para estacionar veículos há mais de 20 anos.
A BHTrans informou que recebeu uma reclamação relacionada ao veículo no dia 22 de novembro. A empresa foi ao local, mas não encontrou nenhum carro estacionado em lugar indevido. Nesse tipo de situação, segundo a BHTrans, o veículo seria rebocado, mas, como a calçada ainda não havia sido construída, a empresa não podia autuar pelo código de trânsito. Na atual situação, com o carro fixo no concreto, a empresa não tem condições de rebocá-lo.
Drumond disse que vai acionar o dono do prédio, responsável pela construção da calçada, na Justiça.